Física na Veia!

Arquivo : janeiro 2015

Nós Estivemos no CERN
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Prof. Dulcidio Braz Júnior

Nos_Estivemos_No_CERN

Capa da obra

 

Está em fase final de produção/editoração o livro “Nós, professores brasileiros do ensino médio, Estivemos no CERN”. A obra foi idealizada e organizada pelo prof. Dr. Nilson Marcos Dias Garcia e será editada pela SBF – Sociedade Brasileira de Física com recurso da CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

Trata-se de uma coleção de textos com depoimentos de alguns dos professores brasileiros de física do ensino médio que participaram das diversas edições da Escola de Física do CERN em Língua Portuguesa.

O livro está estruturado em cinco momentos distintos: 1) Localizando o CERN e a sua importância; 2) A Escola de Professores no CERN em Língua Portuguesa e a Escola de Física CERN; 3) A preparação dos professores selecionados para participarem da Escola de Física CERN; 4) A semana de curso no CERN; e 5) A difusão da experiência vivenciada após o retorno ao Brasil. Cada um desses momentos dá origem a um capítulo da obra. Confira:

Capítulo 1 – O CERN e a Física de Partículas
Capítulo 2 – A Escola de Física em Língua Portuguesa
Capítulo 3 – Preparando-se para ir ao CERN
Capítulo 4 – Experiências vividas no CERN
Capítulo 5 – A sala de aula pós CERN

Ao todo são 43 artigos escritos por 49 professores. Tenho a honra de ser um deles. Participei da edição 2010 da Escola de Física do CERN e tive o prazer de escrever “Nunca mais minhas aulas foram as mesmas…”, artigo que fecha a obra e no qual mostro inúmeros exemplos reais de como minha capacitação no CERN – Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear bem como a inesquecível experiência pessoal de ver de perto o LHC – Large Hadron Collider¹ influenciaram as minhas aulas e até materiais didáticos que produzi depois que estive em Genebra, na Suíça.

Segundo relato do prof. Nilson, preparar a obra “Foi um trabalho intenso, mas gratificante. Gostei muito do resultado. Ficou espetacular. Em diversos sentidos. São quase 550 páginas. Muitas fotos. Muitos depoimentos e conteúdo”.

Fico imaginando o trabalhão que deu para “costurar” os textos criados por tantos cérebros diferentes! E confesso: estou morrendo de vontade de ver o “tijolo” impresso e bastante curioso para ler os artigos dos colegas professores que, assim como eu, tiveram o privilégio de participar de uma das edições da Escola de Física do CERN!

O projeto do livro será apresentado oficialmente hoje, 26 de janeiro de 2015, durante o Encontro dos Participantes da Escola de Física no CERN dentro do SNEF – Simpósio Nacional de Ensino de Física 2015 que acontecerá no Campus Santa Mônica da UFU – Universidade Federal de Uberlândia, em Uberlândia, MG, até o dia 30 de janeiro. Como o livro ainda está em fase de finalização, o prof. Nilson prometeu levar um exemplar impresso como prévia do que será a obra final. Infelizmente, por compromissos profissionais, não estarei no evento que pretende reunir o maior número possível de professores participantes das Escolas do CERN. Mas vou acompanhar tudo à distância.

Para matar saudades da Escola de Física do CERN 2010, publico a seguir foto da minha visita ao LINAC 2 (acelerador linear) de onde partem os prótons que alimentam o LHC. E mais abaixo um vídeo divertido mostrando o rastro de uma partícula de raio cósmico na Câmara de Nuvens “caseira” que desenvolvemos numa oficina durante o evento em Genebra. Note, aos 22 s, o espanto de um professor ao “ver” uma partícula (a rigor, o seu rastro) na nuvem de vapor de álcool isopropílico saturado dentro da câmara.

DulcidioBrazJr_LINAC2

Minha visita ao LINAC 2, o primeiro estágio (de um total de cinco) do complexo de aceleradores do CERN que culmina no LHC.


 1. O Large Hadron Collider é o maior experimento científico de todos os tempos. Trata-se de um acelerador/colisor projetado para estudar as entranhas da matéria a partir da colisão de prótons e também de íons pesados. Foi em dois experimentos no LHC que foi confirmada a existência do Bóson de Higgs, partícula fundamental no Modelo Padrão de Partículas Elementares. Seus idealizadores receberam  Nobel de Física em 2013. Confira (no menu, à direita do blog)  coleção de  posts organizados como Especiais Temáticos “CERN & LHC”.

Para saber mais sobre o livro 


Para saber mais sobre a Escola de Física do CERN

A participação de professores brasileiros na Escola de Física do CERN em Língua Portuguesa é um projeto organizado sob a responsabilidade da Secretaria para Assuntos de Ensino da SBF – Sociedade Brasileira de Física com suporte financeiro institucional da Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica da CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior numa ação da Coordenação Geral de Programas de Valorização do Magistério.

O prof. Dr. Nilson Marcos Dias Garcia foi o coordenador e chefe de todas as delegações que já levaram 143 professores brasileiros ao CERN/LHC.

Saiba mais sobre o evento no site oficial da Escola de Física do CERN: www.sbfisica.org.br/v1/escolacern.

Acompanhe as novidades da Escola de Física do CERN na fanpage no Facebook: www.facebook.com/sbfisicacern. 

Escola_CERN_2010_BR_G

Professores brasileiros participantes da Escola de Física do CERN 2010 com o prof. Nilson em frente
ao restaurante do CERN (clique para abrir versão maior)


Já publicado no Fìsica na Veia! 

  • [05/09/2010]  O Sonho de Estar no CERN (e todos os meus posts “Diário de Bordo” cobrindo cada um dos dias da Escola de Física do CERN 2010 em parceria com o UOL Ciência)

Insubmissas: Arte e Ciência no Palco
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Prof. Dulcidio Braz Júnior

Insubmissas

 

Insubmissas (Mulheres na Ciência) é o mais novo espetáculo do genial Núcleo de Arte e Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro.

Ainda não vi. Mas já gostei!

E isso não tem nada a ver com o fato de que Oswaldo Mendes (autor do texto) e Carlos ‘Einstein’ Palma (responsável pela direção e cenografia) são queridos amigos. É que o Núcleo ACP tem uma espécie de toque de Midas, nos proporcionando, a cada espetáculo, uma áurea viagem quase relativística pela emocionante e instigante linha do tempo da história da Ciência.

Desta vez o Núcleo ACP foi buscar quatro cientistas mulheres distantes no tempo e no espaço mas que, pela magia do teatro, se teletransportam para o palco. Segundo sinopse do espetáculo no Portal das Artes da Funarte, “por serem mulheres, as quatro cientistas tiveram de enfrentar preconceitos, intolerância e discriminações para conseguirem deixar seu legado à humanidade. Marie Curie, Bertha Lutz, Rosalind Franklin e Hipácia de Alexandria foram pesquisadoras que ‘se recusaram a viver e morrer em silêncio’, como definem os integrantes do Núcleo. No palco, essas personagens/atrizes contracenam em uma instalação de cordas, pedras e luzes ‘que impõem delicado equilíbrio entre o tempo histórico e o tempo da representação’. Assim, são elas mesmas que contam ‘sua difícil entrada e convivência no círculo machista da ciência’, em diferentes épocas e lugares. Rosalind deu contribuição decisiva à pesquisa do DNA e foi ignorada pelo prêmio Nobel. Já Madame Curie, embora premiada, sofreu a ira moralista da sociedade francesa. Hipácia morreu apedrejada pelos cristãos. E a brasileira Bertha Lutz fez da luta pelos direitos da mulher seu objetivo de vida”.

Estou me programando para dar um pulo em Sampa para conferir de perto o espetáculo que, desde já, indico aos meus leitores do blog sem o menor medo de errar!


Ficha Técnica

Espetáculo: Insubmissas (Mulheres na Ciência)

De: Oswaldo Mendes | Direção e cenário: Carlos Palma | Elenco: Adriana Dham, Leticia Olivares, Monika Plöger, Selma Luchesi, Vera Kowalska, Rogério Romera | Iluminação: Rubens Velloso | Figurinos: Carolina Semiatzh | Produção: Núcleo Arte Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro

Duração: 75 min | Recomendação etária: acima de 12 anos

 

Serviço

De 17 de janeiro a 1º de março

Sexta e sábado, 21 h; domingo, 19 h

Ingressos: R$ 20 (meia: R$ 10). A bilheteria abre uma hora antes do espetáculo – um ingresso por pessoa

Teatro de Arena Eugênio Kusnet. Rua Dr. Teodoro Baima, 94, Vila Buarque (clique aqui e veja como chegar) | telefone (11) 32569463


Saiba mais sobre o Núcleo de Arte e Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro

Confira abaixo os espetáculos anteriores do Núcleo ACP. Clique na imagem para abrir versão maior.

ACP_espetaculos

Para conhecer melhor o trabalho dessa turma da pesada:


Já publicado no Física na Veia!

 


Finalmente capturei o C/2014 Q2 Lovejoy!
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Prof. Dulcidio Braz Júnior

Foto guardada - aplicadas configuracoes.

Cometa C/2014 Q2 Lovejoy capturado com câmera digital (sem telescópio). Clique para abrir
em resolução maior noutra janela.

 

Hoje, por volta das 21h, tentei observar o cometa C/2014 Q2 Lovejoy. Quando tudo parecia que finalmente iria dar certo, uma névoa rala foi se condensando e cobriu o céu com um “véu esbranquiçado”.  Frustração total!

Mas quem gosta de observar o céu tem que ser persistente. Havia um vento suave e imaginei que o céu poderia limpar. Voltei pro meu apartamento e aguardei uns 40 minutos. Vi pela janela que o céu estava começando a melhorar. Tornei a descer e fui para um terreno ao lado do meu condomínio, onde há menos luz.

Assim que minha visão se adaptou ao céu local, procurei o astro com um binóculo. Eu já sabia onde ele estaria (veja post anterior com dicas para encontrar o Lovejoy no céu). Depois, com uma câmera digital fixa num tripé, fui fazendo shots literalmente no escuro. Eu não via nada no visor da câmera! Foi tudo no chute,  variando parâmetros, ajustando a mira, depois o zoom, …, até que o cometa verdinho foi registrado. Daí para frente só alegria. Fiz várias imagens.

Veja abaixo o “incrível” equipamento que usei: câmera digital Sony DSC HX100V (semiprofissional).

C2014Q2Lovejoy_equipamento

Câmera digital Sony DSC HX 100V que usei na captura do C/2014 Q2 Lovejoy

 

As exposições pra valer foram de 5 s e também de 8 s, com ISO 1000. Pela primeira vez usei o software DSS – DeepSkyStacker (gratuito) para empilhar/processar diversos frames separados. O software integra várias imagens, criando um efeito de mais longa exposição. E analisa pixels que possam representar ruído do CCD, eliminando-os. Astrônomos profissionais trabalham com CCDs resfriados, para minimizar o ruído. O DSS opera um pequeno milagre e consegue driblar bastante o ruído eletrônico da captura digital. Muito útil!

Confira abaixo um dos seis frames brutos que usei para gerar a imagem processada lá do topo do post. Note que sem o processamento a imagem é muito menos nítida. Mas é bom deixar claro que o processamento do software não cria nada. Ele soma vários frames e elimina ruídos. Em outras palavras, tem algoritmo “inteligente” para preservar o que presta e eliminar o que não presta. Santo programinha para Astrofotografia! Não é por acaso que ele é bem famoso entre os astrônomos amadores.

C2014Q2_Lovejoy_13jan2015_dulcidio_bruta

Um dos frames da captura do cometa, sem processamento pelo DSS.

 

As estrelas, bem como o cometa, aparecem nas imagens como um risquinho (e não como um pontinho). É que não tenho equipamento de guiagem, ou seja, com motor de passo que permita compensar a rotação da Terra, mantendo os astros sempre na mesma posição dentro do campo visual da captura. Usei um tripé fixo que, na prática, por não ser tão profissional, também não é tão fixo assim. Disparei a câmera com retardo programado para minimizar oscilações. Mas meu equipamento é bem simples e não dá para fazer milagre!

Imagino que seja possível, com as mesmas imagens que capturei hoje, chegar a um resultado ainda melhor. Como eu disse, foi minha primeira vez no DSS que tem muitos recursos que nem sei como usar. Fui meio na intuição. Com calma, com mais tempo, vou tentar novos processamentos para aprender a usar esse novo brinquedinho!

E você? Já conseguiu ver o cometa Lovejoy? Fez registros fotográficos? Deixe aqui seus comentários compartilhando conosco as suas experiências!

Já estou sabendo por comentários, por e-mail, e até pelas redes sociais que vários leitores, a partir das minhas dicas, conseguiram observar o C/2014 Q2 Lovejoy e até fotografá-lo. Sensacional!

E se você ainda não conhece a fanpage do Física na Veia! no Facebook, dá uma passadinha por lá. Se curtir/seguir vai receber todos os posts daqui do blog em tempo real bem como uma infinidade de novidades diárias sobre Física e Astronomia.

Bons céus para todos nós! Boas observações!


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Observação: não deixe comentários na plataforma antiga do blog. A chance deles serem publicados é mínima já que agora acompanho tudo por aqui. Ok?


Eu vi o C/2014 Q2 Lovejoy! E você?
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Prof. Dulcidio Braz Júnior

Lovejoy_2014_Q2_simula_binolculo

Imagem simulando mais ou menos o que eu vi com um binóculo 10 X 50.

Em 26 de dezembro passado publiquei um post avisando que um novo cometa (C/2014 Q2 Lovejoy) poderia ser visto no céu do Brasil. Você viu o post? Seguiu minhas dicas de observação? Conseguiu ver o cometa?

Eu (acredite!) tentei observações desde a publicação do post (26/12). Mas somente ontem, 8 de janeiro de 2015, duas semanas depois, finalmente consegui observar o cometa! O céu estava parcialmente nublado. Mas, com um binóculo 10 X 50 (lentes de 50 mm de diâmetro com aumento de 10X), vi o cometa como uma nuvenzinha apagada, mais ou menos como na imagem acima que é uma imagem real que manipulei para ficar mais parecida com o que vi. Não consegui ver cauda, só a coma (ou cabeleira).

Desde o dia 16/12/2014 o cometa (que poderia ser visto a noroeste) vem se deslocando cada vez mais para o norte. Portanto, as dicas que passei ao final de dezembro já caducaram. Mas fiz outras simulações da posição do cometa Lovejoy para os próximos dias (entre 9/janeiro e 18/janeiro). Confira na imagem abaixo onde a bolinha verde representa o cometa (propositalmente fora de escala). Os números em verde são as datas. Clique na imagem para abrir versão maior.

Lovejoy_Q2_2014_9-18_jan_2015

Posições aproximadas do C/2014 Q2 Lovejoy entre 9 e 18 de janeiro de 2015. Clique na imagem para
abrir versão maior.

 

Note que as Três Marias (1), as conhecidas três estrelinhas bem brilhantes e alinhadas da constelação de Órion, que no final de dezembro do ano passado eram uma excelente referência visual para encontrar o cometa Lovejoy, já ficaram para trás. Sirius (2), a estrela mais brilhante do nosso céu, mais longe ainda. O Lovejoy agora caminha para a constelação de Touro.

Mas, para quem tem pouca familiaridade com o céu, encontrar Sírius (2) e as Três Marias (1) é bem mais fácil  do que a constelação de Touro. Logo, para reconhecer os astros e montar o cenário onde está o cometa, comece pelo mais fácil: Três Marias (1) e Sírius (2) que, logo no começo da noite, se encontram do lado leste (lado em que o Sol nasce). Depois, tente encontrar Aldebaran (3), a estrela alfa da constelação de Touro, também conhecida como olho do touro. Ela vai aparecer como um pontinho vermelho/alaranjado já que é uma estrela gigante vermelha. Mais para a esquerda (ou norte) de Aldebaran (3), se você estiver num local longe das luzes da cidade, verá um aglomerado de estrelas conhecido como Plêiades (4).  São estrelinhas azuis e bem amontoadas. Note que o Lovejoy, nos próximos dias, vai se aproximar gradativamente das Plêiades (4).

Tente as suas próprias observações. Olhar para o céu é sempre uma experiência divertida e instigante! Mas tenha em mente que se afastar das luzes da cidade vai ajudar bastante. E pelo menos um binóculo ou uma pequena luneta vai tornar a sua experiência mais agradável. A olho nu o Lovejoy é apenas um pontinho borrado que só quem conhece bem o céu poderá distinguir dentre outras estrelas vizinhas.

Sigo tentando as minhas por aqui. Hoje, 9 de janeiro, já furou novamente: céu muito totalmente nublado!

Boa sorte nas suas observações! Conte para nós, nos comentários, como está sendo a sua experiência pessoal com o Lovejoy.

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Para ver


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Feliz 2015, Ano Internacional da Luz!
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Prof. Dulcidio Braz Júnior

IYL2015_Logo

Logotipo oficial do IYL 2015 – Ano Internacional da Luz e suas Tecnologias

 

Hoje é o primeiro dia de 2015, Ano Internacional da Luz (a rigor, Ano Internacional da Luz e suas Tecnologias).

A escolha foi feita durante a  a 68ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas que aconteceu em 20 de dezembro de 2013.

O Ano Internacional da Luz é uma iniciativa mundial que vai unir pessoas físicas e jurídicas ligadas à Ciência, Tecnologia e Educação para destacar  a importância da luz e e suas tecnologias nas nossas vidas.

O Física na Veia! não vai ficar fora dessa! Esse é o primeiro post anunciando o evento mundial. Muitos outros virão e a luz será a nossa grande pop star!

A SNCT – Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, evento oficial do MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em sua 12ª edição (outubro de 2015), estará ancorada no tema luz em sintonia com o Ano Internacional da Luz.

Aproveito a oportunidade para desejar a você

FELIZ 2015

com muita saúde e muita LUZ!

Feliz2015_luze


  Para saber mais


O Física na Veia! já foi blog oficial em outras comemorações internacionais:

  • 2005 – Ano Internacional da Física
  • 2009 – Ano Internacional da Astronomia (confira aqui e confira na plataforma antiga do blog)

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